Retina POP

No liquidificador, a cultura POP

Mudamos de casa!

Caros leitores, o retinaPOP está de casa nova. Alex Kidd expande seus horizontes, registra um domínio e agora nossa nova casa é esta:

www.retinapop.com.br

Portanto blogs parceiros, troquem seus links!

Espero que gostem do novo visual e das novidades que surgirão em breve!

:)

Que música você vai vestir hoje?

Que a Adidas tem os tênis mais legais a gente não duvida, mas agora eles se superaram. A nova coleção da Marca, Sounds of the City, foi buscar na black music a fonte de inspiração. Modelos baseados nas lendárias gravadoras Motown (Marvin Gaye, Stevie Wonder), JMJ (50´Cent), Blue Note (Miles Davis) entre outras, é a moda da vez. Entre tanta música boa, o difícil é escolhet um modelo só. São todos sensacionais!

 

Lego Arte

Pede Lego, pede Lego, pede Lego no Natal!  Quem nunca infernizou seus pais com esta maldinha musiquinha? O blogueiro se inclui nesta lista. As pecinhas capazes de montar tudo o que quiséssemos, fascinava. Acontece que tem gente que levou a brincadeira tão a sério e faz do Lego uma forma de arte – os chamados Lego Builders.

O nova-iorquino Nathan Sawaya é o mais criativo desta leva. O escultor tem mais de 1,5 milhões de peças em seu estúdio e o mais espantador, suas obras são todas em tamanho real! Um legítimo Lego Builder.

 

 

 

Confira mais o trabalho de Nathan aqui.

 

Usher, Leona Lewis e o “apelo” POP

Dois vídeos na rede. O novo do rapper Usher (aquele que ficava repetindo G G G!) e a nova estrela em ascensão da semana, Leona Lewis. O primeiro repete a desgastada, desbotada e irritante fórmula do “rapper-fodão-cheio-da-grana-que-pega-as-potrancas” – a música também não é diferente (r&b pasteurizado). So get Love in this Club.

Leona Lewis leva o sotaque britânico, mas faz música pra gringo ouvir. Bleeding Love estourou no mundo inteiro e se não fosse uma tal cantora fazer parceria com outro tal cantor, a canção seria a Umbrella da vez. Imagine aquele tom épico (e brega) de algumas canções dos anos 80, misturado com o mais refinado Rythmn & Blues? Pois então… gruda!

Por que eu recomendo estas porcarias? Se eles apelam eu também posso. Ibope, ibope, ibope!

PS: Este é o primeiro post feito diretamente de um MAC. E eu nem me atrapalhei muito com os acentos! :)

E agora voltemos ao fechamento…

Santa criatividade…

Capa da Rolling Stone de Abril…

O método Seinfeld

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Terminei a primeira temporada do Seinfeld. (*****). Curtinha, com apenas 5 episódios imensamente divertidos. E mais uma vez peguei o bonde andando… pior é não chegar no destino né? Enfim, o legal é que nesta temporada tudo de “pior” acontece com o Jerry. A lavanderia encolhe suas roupas, ele perde grana investindo na Bolsa, o fim de semana com a namorada é um fracasso enfim…o cara é MUITO azarado. Pensando nesta resenha, uma amiga de classe chega no Messenger reclamando e usa as palavras mágicas. Bingo, acho um rumo! Que raios as pessoas insistem no inferno astral?

Eu sou o desastre em pessoa: tropeço em qualquer lugar, vivo quebrando as camas e privadas alheias, tenho cicatrizes na cabeça e no braço por pura “lerdeza”. E tudo isto bem antes do mês de dezembro. Botar a culpa no tal inferno astral seria uma medida covarde para justificar a minha falta de destreza. Inferno astral é coisa para Cavaleiros do Zodíacos! Para cartomantes que precisam bater cartão e labutar. Fulano deixa a filha cair do milésimo andar do prédio? Inferno Astral. Encheu a cara, bateu o carro e deu PT? Você precisa entrar em comunhão com os astros, meu filho!

No seriado o Jerry converte seus desastres contando piadas recheadas de cinismo. Eis a solução: foi despedido? Ria da sua incompetência, ela está fazendo o mesmo de você.

+ 007

E mais Daniel Craig em Quantum of Solance, a nova missão do espião britânico.

 

Fernando Meirelles + José Saramago = Blindness

Caiu na rede (eita coisa corriqueira!) o teaser-trailer de Blindness, a nova incursão de Fernando Meirelles no cinemão gringo. Adaptação de Ensaio sobre a Cegueira do Nobel de Literatura, José Saramago o enredo tem uma premissa básica: um vírus cega a população do mundo todo, exceto de Juliane Moore – é dela o papel de guiar a humanidade nas trevas.

Meirelles é um cineasta visual. E pelo pequeno trailer não há dúvidas que o diretor acrescentará mais um na lista de indispensáveis.

Mariah Carey – E=MC2 ***

Sair de uma emancipação não é coisa fácil. O mundo todo aguarda de você atitudes coerentes e em alguns casos, surpreendentes. Pois chegou a prova de fogo para Mariah Carey. O albúm anterior, apoiado no velho truque do comeback que os americanos adoram, estorou no mundo inteiro. Canções como We Belong Together, Shake it Off e vários outros singles dominaram as FMS pop consolidando o R&B como o ritmo das massas. E o albúm era gostoso de ouvir mesmo. Enfim, três anos depois o marketing está criado: conseguirá Mariah Carey manter a qualidade do albúm anterior? Analisemos a maioridade da artista.

Agudos nos primeiros segundos do albúm, uma batida gangsta e T-Pain anunciam Migrate (um possível single). O “yo yo” da vez contagia, tem vocais sussurados e convence. Segue com Touch my Body (tocada exaustivamente nas rádios, #1 na Billboard igualando o recorde de Elvis bla, bla, bla…) musicalmente um repeteco de We Belong Together – a letra força a barra citando o youtube. (!) Cruise Control, a mais original das 14 faixas, tem uma pegada jamaicana com direito de um descendente do clã Marley como confete. Ótima faixa. Stay in Love é mais uma balada (a melodia tem quebras de ritmo interessantes). Pule a chata Side in Effects, a bobagem soul That Chick (Mariah canta afinada “i´m that chick that you like). I´ll Be Lovin´ U Long Time salva a pátria com o clima nostálgico remetendo à clássica “Always be my Baby“. Calma leitor, está acabando! As baladas preenchem o lado B do disco. For the Record merece sua atenção por samplear Moby na cara dura. A equação de Mariah termina com I Wish You Well expondo todo o potencial vocal da diva R&B.

E=MC2 (assim como todo albúm de Mariah após o clássico Honey) se apóia nos singles para ganhar umas estrelinhas dos fãs e da crítica. Os vocais exagerados da década de 90 ficaram para trás, mais por questão de “tendência musical” do que preguiça da cantora. E respondendo a pergunta do primeiro paragráfo, não, Mariah não manteve a coesão do albúm anterior. É mais do mesmo: baladas, hip hop, rapppers… infelizmente não elevados ao quadrado. Einstein deve estar revirando no túmulo.

Jumper – **

Doug Liman dirigiu Identidade Bourne  e Sr. & Sra. Smith – tem currículo. Hayden Christensen virou Darth Vader na última trilogia de Star Wars – tem minha consideração. Rachel Bilson encarnou Summer nas quatro temporadas de The OC – ganha meu afeto. Esta combinação estelar não tinha como decepcionar certo? Errado. Os saltos são muitos, mas Jumper não empolga.

Erraram na escolha do protagonista. Um rapaz tímido, com um pai carrasco e uma mãe fugitiva, descobre um superpoder: consegue se teletransportar para onde quiser. É um “jumper”. Óbvio que ele tem um amor platõnico. Uma turma do mal na cola (os paladinos) e um companheiro mala - o jumper coadjuvante (Jamie Bell), infinitamente mais interessante que o mocinho linear. Rachel limita em ser Summer e Samuel L. Jackson é o vilão malvado e não faz muito em cena além de caras feias. Em alguns momentos Jumper soa como se X-Men fosse um seriado e o drama do protagonista fosse um episódio corriqueiro (com feat da Summer Roberts). Sem falar dos furos no roteiro – leia aqui.

Sorte que em Hollywood existe uma turma de nerds fissurados em efeitos-especiais e foram para eles que o diretor (entre uma caipirinha e outra) recrutou a missão de dar ritmo ao filme. As cenas de teletransporte são espetaculares. A trilha de John Powell também funciona. Enfim… é o tipo de filme que você não conta pro seus amigos que foi assistir pra não ser alvo de chacota. Após a sessão, um bom bar e vários drinks são altamente recomendados.

Hic.

Jumper ** de Doug Liman, EUA 2008 Ação 90 min

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