Retina POP

No liquidificador, a cultura POP

Arquivo para Abril, 2007

#50


conseqüências da não-compreensão

. O diabo não compreendeu que não poderia ser melhor que Deus. Ganhou o Inferno
. Jesus não compreendeu que o bom-mocismo não muda o coração do homem.
Ganhou a cruz.
. Getúlio Vargas não compreendeu que não podia servir ao povo afagando a elite. Deu-se um tiro.
. Milhares de famílias não entendem a situação inglória em que vivem. Ganham o descontentamento.

Massacres ocorrem pela não-compreensão.
Guerras ocorrem pela não-compreensão.
Inimizades surgem com a não-compreensão.
E o preconceito é acessório.

ps: este era pra ser um post comemorativo por ser o #50 do blog. fica pro centésimo…

Top “POP” Hits 005

O frio chegou como sinônimo: de muito chocolate quente, pipocas, chás e roupa preta. Pesquisar na Wikipedia sobre cultura britânica também é válido, pois é época de nos tornarmos legítimos ingleses – sem a parte de “ser polido”, lógico!
E é tempo de mais um TOP 5 do RetinaPOP (o seu blog preferido) com a trilha sonora ideal pra se ouvir embaixo das cobertas. O estilo escolhido só poderia ser a soul music. Não me pergunte pq mas acho este casamento perfeito.

1. You Give me Something – James Morrison

James Morrison quer ser soul, mas quer ser POP também. Seu último disco Undiscovered fica dividido nestas duas vontades. “You Give Me Something” tem todo o climão de inverno: melodia leve, “chic” e a voz aveludada de Morrison só te ajuda a não ter vontade de levantar da cama.

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2. Each Day Gets Better – John Legend

Só pra quem tem bom gosto.

“but each day gets better, i just can´t let her go!

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3. Sexual Healing – Marvin Gaye

Ou você acha que é só coberta?

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4. Burn Rubberl – Gap Band
Pra dar uma esquentada, “chacoalhar o esqueleto”

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5. Earth Intruders – Björk
É o novo som da maluca e a música que você vai se pegar ouvindo frequentemente neste inverno/outono. Uma batida tribal com gritos e refrão “intruso”. Se é soul? Sei lá… a Bjork comporta todos os estilos. Obrigatória!

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A melhor da semana passada: When Doves Cry – Prince

PS: As músicas só ficam disponíveis para download uma semana. Quem baixou, baixou…

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Este post é dedicado à minha cara-doce-meiga “mãe” Elaine. Ela adora o frio e um dia vai morar em Londres.

#48

eu tenho varios eus
e o eu q tem consciência dos eus é o q mais sofre
este eu não ve a agora q algum eu incorpore e ele deixe de ser eu
eu ingenuo
eu falastrão
eu desmedido
eu entorpecido
o eu destruído
são os eus
em frangalhos
eu é preciso de ajuda…
mas eu?

#46

Deixa ser, como será!

O que temíamos aconteceu. Eles pediram um tempo. Acabaram? Após o bem sucedido disco “4″ (2005) o Los Hermanos anuncia um hiato na carreira da banda, ou seja, nada de disco novo – de capa na Rolling Stone brasileira… Os integrantes dizem não haver nenhum tipo de desavença entre eles, já que “continuam jogando truco toda quinta-feira”. O motivo, alegam, é a falta de tempo para se dedicar a outros projetos (desculpa clássica). Em tempo: Los Hermanos surge no cenário musical do país em 99 com o hit Anna Júlia. Desencantados com o sucesso comercial, embarcam numa empreitada considerada “indie” com o disco “Bloco do Eu Sozinho“, um rock pra universitário com pitadas de marchas de carnaval. O albúm seguinte, “Ventura” flerta com o indie gringo e o samba consagrando um estilo. “4” é MPB pura e por ser mais intimista, dividiu os fãs. O mesmo deve ter acontecido com seus membros. Não se surpreenda se Camelo lançar um disco com pretensões Caymianas e Amarante vier com um Weezer orquestrado.
É de lágrima…

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Pop Sofisticado Confesso que quando ouvi a inglesa Amy Winehouse imaginei uma diva black das “antigas”, de voz potente que havia lançado um disco contemporâneo. Mas assim como Whitney Houston não usa cocaína, as aparências enganam. Recorro ao insepáravel Google e quase caio da cadeira quando vejo uma branquela bocuda e peituda. Mas nada disso importa… o som aqui é o destaque, Hip hop mesclado com jazz, soul… É a Motown e a “negada” ressurgidos! O disco em questão é “Back to Black” que como o nome sugere, revisita a black music dos anos 60. Canções como “Rehab“, “You know I´m no Good” são exemplos perfeitos de como as gerações e influências musicais se fundem. “Love is a Losing Game”, é uma balada tão potente que traduz o sofrimento mesmo antes de você senti-lo. Um sério candidato a disco do ano. A produção musical hoje pode parecer cínica e estas homenagens podem soar pretensiosas, mas (em tempos de Paris Hiltons e afins) são extremamente bem-vindas.

Música do Dia:

Amy Winehouse – Rehab

#45

A Maratona de Páscoa (parte 1)

Foram quatro filmes seguidos. Com pausa apenas para a Trakinas e as inevitáveis necessidades fisiológicas. Antes um aviso: neste (que já está terminando) mês de Abril, o Espaço Unibanco resolveu cobrar apenas 4 reais por todos os filmes que exibia. Não perdi tempo. Como estudante paguei “meia da meia” e vi:

14:00 -

300 ****

Hollywood e a História Antiga (ao menos na ficção) tem um casamento eterno. Os últimos rebentos da união foram o frenético Gladiador, o emocionante Spartacus e o sonolento Tróia.

300, mais uma adaptação dos quadrinhos de Frank Miller, é aquele filho que se tem orgulho de ter. O casamento perfeito do cinema comercial com alguma pretensão artística. Começa pela grandiloqüência dos cenários, todos recriados digitalmente – a árvore de escravos, por exemplo, é de uma beleza incômoda. As batalhas, uma mescla de videogames, Matrix e quadros renascentistas, empolgam. Aliás esta época é a que mais se identifica com o filme, “o homem como centro de tudo” – e todo subtexto homoerótico que isto implica. O ator Gerard Butler está no papel de sua vida e Rodrigo Santoro é apenas acessório na epopéia sangrenta. “Espartanos, desembainhem suas espadas!”

17:30 -

O Cheiro do Ralo *****

Conseguiu destronar Pequena Miss Sunshine da minha lista de melhor do ano. Cheiro do Ralo (idem, Brasil, 2007) uma produção nacional com orçamento mínimo, é aquele filme indie, para um público indie e baseado num livro… indie. Ou seria cult? Danem-se os rótulos. A história de Lourenço (Selton Mello) e sua loucura progressiva, só poderia ter saído da cabeça insana do homônimo Lourenço Mutarelli, gênio incompreendido das HQS brazucas. O desenhista que em suas tiras flertava com o submundo e personagens saídos do mais imundo lodo, transpôs este universo para a literatura, e acabou virando filme. O diretor Heitor Dhalia (Nina) transforma em imagens não menos decadentes, esta esfera auto-destrutiva do ser-humano. As reações durante toda a projeção são contraditórias. As risadas vêm com o sentimento de desconforto pela desgraça gradual do rapaz, que ao comprar objetos estimados de seus (desesperados) vendedores, tenta encontrar uma identidade própria. É assim com o “olho” (o pai ausente) e a “bunda” (como forma de uma afirmação sexual mal resolvida). E ainda temos o ralo como símbolo incelébre daquele lugar, daquele homem. “O cheiro estranho? É do ralo?” explica Lourenço. “Não o cheiro é seu, a merda é sua” – retruca um dos personagens num ponto chave da trama. A lógica é perversa: o lixo é o troco.

Os dois filmes que vi pela manhã (um italiano e um alemão) são oriundos do cinema alternativo. Pelas características peculiares (e o post já está enorme) ficam para o próximo contato, caros leitores.

o retinaPOP convida…

…Elaine Gomes

Demorô!!!
Sandy e Junior anunciam final de dupla após 17 anos, em coletiva morna.

No final da manhã desta terça feira, a imprensa especializada foi chamada para uma coletiva no WTC. A organização foi um desastre (em se tratando de um evento da Universal Music, que costuma tratar a imprensa bastante bem). O evento atrasou, a recepção contava com UM sofá, e a sala reservada para nós era ridiculamente pequena.

Após os habituais trinta minutos de atraso, ficou claro que a escolha da sala pequena, com jornalistas e fotógrafos se acotovelando por uma cadeira, foi proposital. Sandy e Junior são viciados em mega. Mega público, mega organização, mega exposição… mega bobagem. Era imprescindível que nós tivéssemos a impressão de que a coletiva estava bombando e que eles ainda levantam multidões.
Ba-le-la. Os números não vão nada bem, o último CD não vendeu o que se esperava e a dupla não soube acompanhar seus fãs. A meninada cresceu com eles, se modernizou e eles continuaram com o ranço de pop brega requentado.

Isso é a cara da Sandy. Bonitinha e eficiente, ela é exatamente o que se imagina. Impermeável aos efeitos da vida real. Ela tem tudo ensaiado, tudo planejado e se alguma pergunta escapa do script, ela simplesmente não responde nada.

O irmão é mais descolado, mais dinâmico e não tem aquela cara de “por favor não me façam chorar”. Deve ter sido duro pra ele esses 17 anos de carreira.

Após um vídeo com todas as capas dos CDs e trechos dos clipes das músicas de trabalho, eles fizeram um encenação capaz de levar (o que realmente aconteceu) os fãs às lágrimas com a reticência em anunciar que o Acústico a ser gravado pela MTV no final de Maio. Selará o final da dula.

Eles farão ainda uma turnê até o final do ano com esse trabalho acústico e então seguirão com seus projetos individuais.

Junior tem um viés mais moderno, com tempero rock’n roll e soul; mas Sandy, ao que parece, está fadada a ser a princesa das churrascarias, se continuar insistindo nas composições próprias e no repertório requentado.

A previsão de lançamento do CD é agosto e o DVD é pra setembro.

#44

Do milésimo ao milhão

O brasileiro sempre precisou de heróis. A nossa cultura, apesar de não ter criado o Superman, é fundamentada na idéia de que seremos resgatados da miséria por alguém de poder extracomunal. Enquanto Lula se diverte em sua segunda aventura, surgem os novos aspirantes a salvadores da pátria: Romário e sua saga do milésimo; Alemão, o milhão e suas duas mulheres; Felipe Massa vulgo “eu não sou Rubinho Barrichello!” Qual deles tem mais chances de protagonizar a série “Sou Brasileiro e não desisto nunca?” O retinaPOP analisa cada caso.

Felipe Massa representa a velocidade (perdida) do país. E é ele quem carrega o fardo de ser um substituto à altura de Ayrton Senna, de novo súdito da italiana Ferrari. O anterior, Rubens Barrichello saiu de herói a antagonista. Um herói brasileiro pode ter defeitos mas tem que vencer de qualquer forma. Descartado Barrichello, surge Massa e seus recordes assombrosos. Coisas do tipo “o primeiro brasileiro (depois de Ayrton) a vencer o GP de Interlagos” e agora a glória no recente GP de Bahrein. Faz o gênero bom moço – assim como Senna.

E o que dizer de um badboy capaz de em plena rede aberta ficar (pra usar um termo clean) com duas mulheres ao mesmo tempo, arrumar encrenca com meio mundo e não chocar nossa “sociedade moralista”? Não é novidade que a Globo, em todas as edições do Big Brother, tenta transformar os vencedores em heróis nacionais, mas Diego foi o melhor deles. Está 1 milhão mais rico.

Romário, ao contrário de Alemão, tem uma trajetória de sucesso, um “background”. Mas como todo craque egocêntrico não soube a hora de parar. A egotrip do baixinho atingiria seu ponto máximo com o milésimo gol. Mas ele não veio. Tornou-se herói nacional pela perseverança. Seu time (o glorioso Vascão) foi duplamente desclassificado, vários jogos foram armados em prol deste tal milésimo e nada. E ele ainda está lá, nos campos, na boca do povo… tentando. Herói.

Os candidatos são fortes (ênfase no Alemão). Todos são brasileiros à sua forma e donos de características peculiares, o “jeitinho brasileiro”. Acordar sabendo que pessoas tão distintas podem a qualquer momentos nos livrar dos políticos “mal-intencionados”, das balas perdidas, enfim… da inércia, é reconfortante. Precisamos de mitos, de glória… Fracassamos!

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Aforismos do dia

- Foda-se a hierarquia. O ar é o mesmo!

- Mais vale um DelValle de latinha que um copo de suco de laranja…

- A incompetência é a melhor das virtudes. Não exige reconhecimento

Top “POP” Hits

Prince, John Mayer, Aerosmith… sobrou até pra Britney Spears! Eis a salada POP preparada pelo RetinaPOP pra vcs caros leitores! Apreciem sem moderação.

1. When Doves Cry – Prince

Prince no auge, refrão pegajoso, letra esquisita e de uma angústia característica do cantor. Pra quem acha o Justin o supra-sumo do POP, é obrigatória!
Alex Kid

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2. Exagerado – Cazuza
“me senti feliz essa semana….simbolizou esse momento…cantava junto e colocava pra fora minha euforia…”
Márcio André

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3. Bigger than my Body – John Mayer
“o ritmo é gostoso e os instrumentos usados são mto legais.
Da vontade de largar as coisas e ir fazer algo que me de mais prazer”
Guilherme Marino

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4. Overprotected – Britney Spears

“eu gosto da parte que ela fala tudo rapitinho e eu fiquei fazendo uma versão pornográfica na cabeça, pra ficar engraçado… E depois minha banda vai se apresentar cantando a versão em português q eu fiz. Mas eu não revelo a letra!” Caio Fochetto

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5. Walk this Way – Aerosmith

“classico do aerosmith nos anos 70……….e trilha-sonora de aniversario”

Rodrigo Diniz

#43

Rafael Marcondes, 21 aspirante a jornalista

Bad Boy? Rafael Marcondes dá medo só pela cara. A prática do Muay Thai (aquele esporte das joelhadas mortíferas) já é um indício de “fique longe”. Mas com muita coragem resolvo reverter esta imagem. No papo de alguns minutos, o jogador compulsivo de PlayStation fala de seus planos para o futuro, demonstra o quanto gosta de sua namorada e pede desculpas à sua mãe. As aparências definitivamente enganam…

do que você em mais medo?

medo pra mim é relativo…nao tenho medo de nada que me ameace, mas tenho medo de que outros que eu goste sejam ameaçadose também de mofar na Honda sem que eles me mandem embora

qual seria o trabalho perfeito?

e voce já ameaçou algúem?

Bom o trabalho perfeito seria…aquele em que eu me especializasse oras…faço faculdade de jornalismo pra isso!

se eu já ameacei alguém? já sim!

conte-nos

um cara que bateu no meu irmao… digamos que ameacei por diversas vezes e ele nunca escutava.Aí eu passei da ameaça

passou da ameaça pra…

digamos que quando tudo acabou, ele se mudou com a família e uma fratura exposta no pulso esquerdo.. e medo de levar tiro!

voce se considera uma pessoa violenta?

sim…mas tenho mais auto-controle do que violência…ja fui bem pior!

O Muay Thai é uma modalidade de luta considerada violentíssima. O auto controle vem daí…?

em parte. metade vem daí. o resto é bom senso

Qual o limite do seu bom-senso?

É muito dificil me tirarem do serio, mas quando tiram fica ruim. Acho que quando mexem com quem eu gosto…tenho manias de tomar as dores

tomar ou aplicar as dores…rs? rafa, qual sua pretensão como futuro jornalista?

sempre quis trabalhar na imprensa escrita. Rolling Stone (nosso interesse em comum), EGM Brasil, Fullpower…

e quais seriam suas concessões como um jornalista transparente?

hum…dificil dizer…acho que não faria uma matéria que poderia prejudicar alguém…ao menos não diretamente.

é difícil falar de ética hoje em dia…mas fico com muito receio de aprontar alguma coisa

Qual o seu preço?

alto demais

Sua idéia de felicidade?

reconhecimento de erros…

é aí que mora a perfeição do ser humano

um grande desafio?

um que jamais poderei superar…recuperar certas épocas hoje perdidas

uma mulher bonita?

(não vale a ariane)

preciso responder? vc a conhece?

ah não vale é?

Não…

tá vejamos…Daniela Sarahyba…a modelo por quem meu irmão paga o maior pau

confesse um pecado-quase-íntimo…

heheh..são tantos…deixa eu pensar

enquanto vc pensa cite: um disco de cabeceira

And Love Said No – H.I.M

acho que o maior pecado que eu cometi foi com a minha mãe

cometo ate hoje! quando a gente briga eu pego pesado nas ofensa…

uma obra-prima da humanidade

material ou outros?

livre

hmm…o Cristo Redentor…Avanços da ciência…oPlaystation

o nascimento da sony é algo que comemoro ate hoje

em quem vc daria uma joelhada?

Bush e no papa

uma frase pra encerrar…

“Batalhas vem de todos os lados por todos os motivos. Não importa se você ganha ou perde, mas como você as enfrenta”

Musashi Myamoto

ok, rafa o retinapop agradece!

13/04
Jovens Redatores entrevista Sérgio Martins

A imagem esnobe de um crítico foi dissipada com apenas uma frase de Sérgio Martins: “Tem que ralar muito“. Aquela idéia besta de que o crítico tem que viver numa torre de marfim e estar a todo tempo ditando ordens e tendências, não funciona com ele. “Ouvir de tudo” foi outro conselho. Mas o melhor foi no backstage, sobre o disco novo do Justin Timberlake: “Puta que discaço!” E o cara escreve pra Veja - sim aquela que recusou os majestosos Ipods da Warner…

é nóis! :)

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