Retina POP

No liquidificador, a cultura POP

Arquivo para Agosto, 2007

Quem matou Taís Grimaldi?
por Caio Figowitz

Mais uma vez o recurso de “quem matou fulano?” é lançado mão pelo autor dessa ou daquela novela. Agora é (mais uma) vez de Gilberto Braga em “Paraíso Tropical“, que contrariando, os clássicos teledramaturgicos, está sendo escrita por não só por uma, mas por cinco pares de mãos.
É o reflexo da tecnologia. Tecnologia essa que tira um pouco do frisson que esse recurso, o de “quem matou….”, gera nos telespectadores noveleiros de plantão. Se a pessoa não tem acesso a internet, as redações das revistas populares fazem esse serviço, antecipando capítulos ou até meses do folhetim.

Nessa novela em questão , “Paraíso Tropical”, a dinâmica dos capítulos já aderiu a essa modernidade, ou melhor já se adaptou ao imediatismo e deixou as tramas mais rápidas e com menos tempo de duração do começo ao fim do acontecido. Tudo acontece e tem começo, meio e fim em menos de uma semana, um contraposto com o passado onde só para o mocinho saber que o seu pai não era o “Marcelo” e sim o “Atílio”( não lembro que novela era, mas o Atílio era o Antônio Fagundes e o filho em questão era o Fábio Assunção).

De qualquer forma o tempo moderno, de rapidez na informação e na obtenção da mesma , trouxe uma nova teledramaturgia. Aquele folhetim que não tem mais tempo para enrolar e nos deixar presos aos próximos capítulos, que convenhamos não traziam nada de especial se não antes de um mês de exibição.

Ainda sou adepto a demora para a descoberta do assassino, e até a favor de uma bolsazinha de aposta, que movimentava o nosso dia-a-dia, seja no trabalho, escola ou conversa de botequim.
Tivemos Salomão Ayala, Odete Roitman e mais recentemente Lineu. Foram tramas bem engedradas, com todo o elenco envolvido, e quando menos se esperava o menos suspeito era o culpado.

Não tenho dúvidas que a equipe de redação de “Paraíso Tropical” fará o mesmo, mas só que o gostinho de meses para saber quem foi, será antecipado por alguma revista ou até mesmo pelo site da Globo.

Enfim “Quem matou Taís?” Acho que foi o Belisário.

O assassinato não foi dos mais inspirados e dá a idéia de que Taís pode ter cometido suicídio.

It´s britney Bitch!

É assim que começa o novo (aguardadíssimo?) single da “princesa do POP”, Britney Spears. Sugestivo? “Gimme More”. Um bocado. Se a música é boa? Caros leitores vocês não sabem o quanto dói dizer isto… mas é sim! Tá certo que as batidas são chupinhadas do Timbaland, mas uma breve pesquisa nos créditos da música te leva ao nome de Nate Hills, apadrinhado do mega-produtor, ou seja, estamos em casa. A letra (!) claro fala sobre os constrangedores ângulos fotográficos que a popstar foi pega nos últimos tempos. Inspirador? Diria, marketeiro!
Vai bombar, tudo mundo vai dançar e um mês depois (assim como uma boa balada) não se lembrar de mais nada.
PS: Vazou uma outra também, “Cold as Fire” uma prima pobre de “Maneater” da Nelly “Cachorra” Furtado.

Top 5 - Depeche Mode
por danilo corci

1 . Personal Jesus

A estética granulada do vídeo é sensacional. Ajuda ainda o visual ‘cowboys’ do technopop, que pode soar bizarro, mas funciona muito bem.

2. Enjoy the Silence

Clássico, como a canção. Dave Gahan bacando o ‘rei de mim mesmo’ em uma montanha de neve é algo que, de tão improvável, ficou espetacular. Serviu, de vez, para recolocar o DM nos trilhos.

3. In Your Room

Uma das melhores canções recentes do Depeche se transformou num clipe ainda melhor.

4. Behind the Weel

Época de virada da banda com o popular Music for the Masses e onde, de fato, aprenderam que videoclipe também faz parte do negócio. A pequena odisséia italiana de lambreta é impagável.

5. Shake the Disease

Antes de Music for the Masses, o Depeche Mode talvez seja a banda com os piores videoclipes do mundo. Esse é dessa fase. É bom porque é ruim demais.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Depeche_Mode

Passando a limpo

Conversando com uma amiga da faculdade, após algumas asneiras trocadas, ela resolve destilar sua sabedoria milenar: “Toda vez que chego num lugar cheio de gente nova, e alguém vem me dizer que tal fulano não presta, é justamente esta pessoa que procuro conhecer” Espirituoso não? Pois foi assim que resolvi chegar em casa após dia tortuoso de trabalho, e conferir o novo humorístico de “Terça-após-o-casseta-e-planeta” da Globo. Toma Lá da Cá, a nova incursão de Miguel Falabella como roteirista, estava estigmatizado como um Sai-de-Baixo “piorado”. Não deixa de ser verdade, mas é isto que faz do programa genial.

Pra quem desconhece a turma do Arouche, procure os recém-lançados DVD´s. Exibido de 97 à 2002, com picos de audiência nesta trajetória, a sitcom brasileira era um registro de tipos satíricos da classe média. Caco Antibes (ele um pilantra) e Magda (ela, uma ameba) entraram no imaginário popular. Inovador, o programa (assim como as sitcoms gringas) era todo gravado no teatro Procópio Ferreira tornando a recepção do público às piadas imediata. Pois Toma lá da Cá, usa da mesma fórmula – de forma piorada.
Sai Caco Antibes, entra Mário Jorge. Marisa Orth (Rita) agora é a ex-mulher. Aliás a troca de casais e a inversão de papéis é um das grandes sacadas do programa. Eu explico: Mário Jorge (Miguel Falabella) foi casado com Rita e com ela teve Isadora e Tatelo. Os filhos deste casamento vivem com o madastra Celinha (Adriana Esteves) e o “meio-irmão” Adônis (filho de Celinha com Arnaldo – que está casado com Rita). Confuso? Pois é justamente uma ácida crítica aos relacionamentos relâmpagos atuais. A família hoje é a Babel de ontem. Copélia (magistralmente personificada por Arlete Salles) é a sogra amalucada e Bozena é a diarista (gaúcha) da vez.

O texto de Falabella é afetado, exagerado, kitsch. O cotidiano destes bagunçados casais é registrado com humor anárquico. A Lua me Disse, novela das sete escrita pelo ator/diretor/autor já dava sinais do tom desta nova empreitada. Em momentos tudo soa como uma auto-paródia de Sai-de-Baixo, em outros com muito humor critica nossa sociedade apressada (o personagem Adônis é quem se encarrega disto). O elenco (sem exceção) está afiadíssimo e em conjunto com os aspectos técnicos toscos (vide a abertura) compõem o charme da produção.
Voltando para aquela minha amiga lá do começo do texto, em 80% das vezes os tais comentários maldosos eram fraude e a pessoa mostrava ser muito bacana. Desta minha forma particular, acabo de engrossar as estatísticas.

She Wants Revenge – She Wants Revenge, 2005

O Depeche Mode, num misto do auge oitentista com o som introspectivo atual, é perfeitamente recriado pelos novatos do She Wants Revenge. No caldeirão, os californianos também misturam New Order e letras soturnas. Some um faro apurado com o atual “hype revival” e este disco de estréia da dupla se faz notável.

Dupla? Sim, ao contrário do Joy Division (no qual são erroneamente comparados) são duas as cabeças por trás da sonoridade retrô. Justin Warfield (vocais, guitarra, programações) e Adam Bravin (baixo, percussão, programações, teclados) são vítimas do conto-de-fadas moderno: começaram tocando naquele quartinho esquecido, lançam suas músicas na Internet e terminam assinando com uma grande gravadora (o resto só não é lenda, porque hoje elas já não existem).

Se o som não é original, ele corresponde ao que pretende: copiar uma década. “These Things” é Depeche Mode com David Bowie nos vocais. “I Don´t Wanna Fall in Love” é tão alegre, tão pueril e tão forjada maliciosamente pra incendiar as pistas de dança que leva ao delírio. Em “Out of Control” o vocalista não sabe discernir se o estado de euforia é provocado pela canção ou pela forma como a garota dança na pista. E o disco segue todo com canções (alegres ou não) sobre a garota inatingível, medos… e claro, construído (sem vergonha ou pretensão) por saudosos e sombrios sintetizadores.

Site oficial: www.shewantsrevenge.com. Algumas canções da dupla podem ser ouvidas na página da banda no My Space.

+ Pilulas POP

Fim de semana ensolarado de verdade, ótimos filmes em cartaz, shows e músicas vazando na Internet… como não ficar parado? Alex Kidd (seu médico POP) de plantão, receita pílulas estimulantes à toda esta agitação. E lá vai:

Nos cinemas:

Tem o Neo-James Bond, Matt Damon (Jason Bourne) encerrando a trilogia do espião moderno. O Ultimato Bourne (The Bourne Ultimatum, EUA 2007) fez sucesso tremendo lá fora, tem direção do frenético Paul Greengrass (“Vôo United 93″) e agora encerra a franquia de espionagem com muita correria. Recomendado pra quem gostou dos excelentes filmes anteriores, vai com a cara do Matt Dammon e acha que James Bond é coisa de maricas. Vai redefinir o gênero ação… (adoro esta profecias!)

. Para a tribo fanática por histórias de terror, passe longe de Espíritos 2 e corra ver Possuídos (Bug, 2006). O motivo: é uma mais uma direção inspirada de William Friedkin , a mente diabólica (!) por trás do clássico “O Exorcista”. Acometido de uma maldição após contar a história de Reagan e do chifrudo Pazuzu, o diretor não conseguia emplacar mais nada. Mas este seu retorno ao inferno (perdão, mas adoro trocadilhos) é visceral. Um casal solitário encontram na paranóia um do outro uma forma de terapia. Ele acha que insetos povoam seu corpo, ela alimenta seu devaneio. Pertubador.

Nos palcos:

Lobão, no domingo próximo, realiza um show gratuito no shopping Anália Franco. O controverso cantor faz uma retrospectiva de sua carreira, agora comentadíssima no meio artístico pela gravação de um Acústico MTV, formato este que Lobão criticava duramente anos atrás.
Domingo, Shopping Anália Franco – pça de Eventos, 12h30

Na rede:

Aqui o negócio não para. Pra ouvir tem a parceria do Timberlake com 50 Cent (She Wants It), Baby Boy, música (sonífera) nova da Britney, o clipe novo dos Pato (30.000 Pés), Wi..llian com? Justin…, Beyoncé em espanhol… Ah claro o novo visual do Orkut também vai mudar sua vida! Tá tudo branco. Mario e Sonic se unem em Olympics Games - Pequim 2008! Sinal do tempos? Globalização? Que coisa mais anos 90 né? Termino aqui para baixar o disco novo do Duran Duran – produzido pelo Timbaland! Yo, yo!

Ayoooo!

Pilulas Pop

Caiu na rede!

Uma das músicas do albúm mais aguardado do ano vazou na Internet. The Beat Goes On, nova da Madonna já está disponível pra quem quiser ouvir. Produzida pelo rapper Pharell a canção faz parte do novo albúm de inéditas da cantora, a ser lançado no final do ano. Já posto o que achei da nova fase “black” da cantora.

The Beat Goes On – Madonna

—-

Faltam dois meses

Em São Paulo, o Tim Festival, que acontece entre os dias 25 a 29, reserva os shows mais instrumentais (e comportados) para o Auditório Ibirapuera, enquanto nomes do rock e pop tocam no Arena Skol Anhembi, no dia 28. Ao contrário do ano passado, quando nomes como Daft Punk, Yeah Yeah Yeahs e Thievery Corporation não garantiram público, fazendo com que a organização transferisse os shows que aconteceriam no Anhembi para o Tom Brasil, este ano artistas como Björk, Arctic Monkeys e The Killers devem ganhar mais atenção. A programação ainda contempla o Tim Festa, que acontecerá na casa noturna The Week com foco no eletrônico.

SÃO PAULO

Local: Auditório Ibirapuera

25/10 – quinta-feiraToni PlatãoCat Power and Dirty Delta BluesAntony and the Johnsons26/10 – sexta-feiraEldarRoberta Gambarini QuartetSylvain Luc QuartetStepano Di Battista Quartet27/10 – sábadoKatia BCibelleFeist

28/10 – domingo

Joe Lovano NonetJoey DeFrancesco Trio e convidado especial Bobby HutchersonCecil TaylorCorad Herwig?s Latin Side

29/10 – segunda-feira

?Winona? featuring Craig Armstrong and Scott FrasercirKus com Neneh CherryLocal: The Week (Tim Festa)

26/10 – sexta-feira

Girl TalkCount of Monte Cristal (Hervé) & SindenDaniel HaaksmanLindstrømAlexandre Herchcovitch e Johnny LuxoLocal: Arena Skol Anhembi

28/10 – domingo

Spank Rock (18h30) Hot Chip (19h30) Björk (21h) Juliette and the Licks (23h) Arctic Monkeys (meia-noite) The Killers (1h)

http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art38457,0.htm

Quer saber? Cansei!
Ele se cansou dela
Ela se cansou dele
O rapaz cansou de olhar pros lados
A moça está cansada de pegar ônibus
Na padaria, cansou dos chocolates
No teclado, cansou de digitar
Frente à tela, a vista cansou do brilho fosco
Frente à todos, cansou de dar aulas
Cansou de ouvir a mesma música
Cansou dos vestidos inusitados
Reclamar da vida cansa né?
Estou cansado de me enganar…
Enganar? Já me cansei das suas histórias!
Deitou no sofá? Está cansado
Sorriu cabisbaixo? Xi… cansado
Um movimento, uma revolta. Revolução? A reação pós-cansaço é o descanso. Preguiça? Cansamos e agora externamos isto? Auto-crítica… antes de qualquer movimento regado à qualquer bebida importada, o auto-cansaço, a auto-crítica, a decepção interna… se faz necessária. Cansei de escrever. Eu me canso fácil ou canso fácil eu?

Madonna: Consciência mascarada ou idolatria subversiva?

por abner fortunato

As notícias do mês de julho traziam uma “surpreendente” notícia do mundo pop, uma figura desconhecida, anônima figurava na mídia nacional e internacional, a ‘felizarda’, como foi chamada, era Sophie Crawford, e para muitos ela merecia uma busto que imortalizasse sua face, afinal o que ela conseguiu não é pra qualquer um. Mas o que uma garota de apenas 16 anos teria feito? Ora, por alguns minutos foi a garota mais feliz do mundo e sentiu como se sua vida tivesse mudado para sempre naquele momento ao ser abraçada pela “deusa maior” do mundo, lady Madonna Ciccone, durante a sua exibição no LiveEarth, evento que serviria para conscientizar o mundo a respeito dos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.

Madonna tinha mesmo que ter se apresentado no LiveEarth. É claro que por se tratar de um evento de tamanha magnitude com uma causa tão nobre, não poderia faltar a madre poço de bondade e consciência do mundo, que aliás, pobrezinha, foi muito criticada pela imprensa pelo mero fato de ter sido vista em 2006 com um casaco de peles mixuruca, grande injustiça com a pobre senhora de meia-idade não é mesmo? Que dizer então dos maldosos comentários a respeito das ações em empresas que mais poluem o meio ambiente? Deve ser só especulação não é mesmo? Afinal, dois bilhões de dólares a mais ou menos não podem fazê-la nem mais pobre nem mais rica. Mas quem liga pra isso tudo? O importante é que os fãs de Madonna estão cada vez mais conscientes e se aprofundando em assuntos relevantes mundialmente falando, quem é que não se lembra da discussão sobre a performance de Ray of light? A pergunta que não quer calar: Madonna tocou ou não tocou a guitarra?

Ironias a parte. Não há dúvidas de que muitas das letras musicais de Madonna sejam inteligentes, mostrando uma realidade mundial pelo dizer o não dito, mas será que isso basta para que os fãs compreendam o sentido político presente em sua arte? Uma vez perguntei a um fã o que ele pensava sobre a canção American Life, a resposta foi bem simples: “eu acho que é por causa da Guerra. A Madonna odeia o Bush.” É claro que nem todos estão prontos para entender os sentidos mais subliminares, não é mesmo? Que dizer da hipótese da canção Sorry ter sido dedicada aos perdões que a Igreja Católica tem “pedido” ao mundo nos últimos anos em decorrência de seus vários atos desumanos cometidos ao longo da história (lembrando que fazer discurso em várias línguas é uma atitude muito típica dos papas). Méritos por uma crítica capciosa não deveriam faltar à cantora, mas é uma lástima a grande a maioria de seus fãs nem se darem conta disso.

Na verdade, muitos destes fãs são jovens e vêem esta senhora de quase 50 anos como um depósito de esperanças, de maneira que encontrem um álibi para justificar suas atitudes e drenar seus sonhos. Em uma de suas canções, a madame anti-americanismo afirma: “Se é amargo no começo será mais doce no final.” Tal utopia subversiva aparentemente com estatuto de verdade indubitável faz crer que é possível que haja um futuro melhor diante das adversidades que muitos jovens, sobretudo homossexuais, passam na atualidade, poderia até ser dito que isso instiga à luta pelos ideais, no entanto, nada garante a vitória num mundo hostil como ao que vivemos contemporaneamente.

O que deve ficar claro aqui é que não se trata de classificar Madonna como boa ou ruim, nem como influência relevante ou não, se trata na verdade de abrir os olhos para uma realidade de alienação que vêm sendo construída diante da idolatria desmedida de um ser físico e mortal. Admirar o artista pelo seu trabalho, talento e atitude é algo que não pode e nem precisa ser negado, não obstante, fechar os olhos para a própria vida, aclamar um ídolo sem fazer nenhum tipo de reflexão e deixar que vida pessoal de uma divindade terrena faça parte de seu cotidiano são fatos que merecem um amplo debate. Afinal, estamos sob o risco de bater palmas e levantar bandeiras para atitudes deploráveis e degradantes, pelo simples fato de serem feitos realizados por “deuses” de carne e osso.

*Abner Fortunato cursa o 3º ano de Letras na Unesp de Rio Preto e gosta muito da diva POP.

Top 5
Madonna

Madonna completou na última quinta-feira, 49 anos onde ajudou a escrever a história da cultura POP recente. As atitudes polêmicas, a música cada vez mais trabalhada, os tabus quebrados… a cantora-ícone dá as caras (mais uma vez) no retinaPOP com um top5 elaborado com muita cautela (é muita coisa boa!). Os 5 melhores videclipes da popstar por Paulo Bueno.

>005. Borderline

Paulo:
Porque tanto a musica quanto o figurino são ícones máximos dos anos 80! Marcaram uma geração!

>004. Ray of Light

Paulo:
Musica poderosa, a madonna ta linda, o figurino gucci ta lindo, o mundo inteiro se movendo a mil por hora tá lindo!

>003. Human Nature/Bedtime Story




Paulo:
Acho ela tão bonita nesses videos, e os efeitos são meio mosaicos humanos misturados com uma fantasia deliciosa!

>002. Vogue

Paulo:
Ele fica no meio de duas fases. Vogue é um marco na historia da musica!

>001. Justify my Love

Paulo:
precisa de explicação?

Entradas antigas »