
Sair de uma emancipação não é coisa fácil. O mundo todo aguarda de você atitudes coerentes e em alguns casos, surpreendentes. Pois chegou a prova de fogo para Mariah Carey. O albúm anterior, apoiado no velho truque do comeback que os americanos adoram, estorou no mundo inteiro. Canções como We Belong Together, Shake it Off e vários outros singles dominaram as FMS pop consolidando o R&B como o ritmo das massas. E o albúm era gostoso de ouvir mesmo. Enfim, três anos depois o marketing está criado: conseguirá Mariah Carey manter a qualidade do albúm anterior? Analisemos a maioridade da artista.
Agudos nos primeiros segundos do albúm, uma batida gangsta e T-Pain anunciam Migrate (um possível single). O “yo yo” da vez contagia, tem vocais sussurados e convence. Segue com Touch my Body (tocada exaustivamente nas rádios, #1 na Billboard igualando o recorde de Elvis bla, bla, bla…) musicalmente um repeteco de We Belong Together – a letra força a barra citando o youtube. (!) Cruise Control, a mais original das 14 faixas, tem uma pegada jamaicana com direito de um descendente do clã Marley como confete. Ótima faixa. Stay in Love é mais uma balada (a melodia tem quebras de ritmo interessantes). Pule a chata Side in Effects, a bobagem soul That Chick (Mariah canta afinada “i´m that chick that you like). I´ll Be Lovin´ U Long Time salva a pátria com o clima nostálgico remetendo à clássica “Always be my Baby“. Calma leitor, está acabando! As baladas preenchem o lado B do disco. For the Record merece sua atenção por samplear Moby na cara dura. A equação de Mariah termina com I Wish You Well expondo todo o potencial vocal da diva R&B.
E=MC2 (assim como todo albúm de Mariah após o clássico Honey) se apóia nos singles para ganhar umas estrelinhas dos fãs e da crítica. Os vocais exagerados da década de 90 ficaram para trás, mais por questão de “tendência musical” do que preguiça da cantora. E respondendo a pergunta do primeiro paragráfo, não, Mariah não manteve a coesão do albúm anterior. É mais do mesmo: baladas, hip hop, rapppers… infelizmente não elevados ao quadrado. Einstein deve estar revirando no túmulo.






Kirsten na rehab e o final sanguinolento.
Chega Trey e finalmente a temporada começa a engrenar!
Episódio cheio de incoêrencias sobre espaço/tempo e o beijo-clichê-antológico de Summer e Seth :)
Trilha-sonora legal e... eu aceitaria a oferta da Summer no leilão!
Porque todos temos o direito de levar uma vida fútil.
Agora a moda é fazer capas de Cds horrorosas?Não perco o meu tempo com a Mimi