Retina POP

No liquidificador, a cultura POP

Ou me mato, ou me mudo…

Estou em crise. Ainda com o alcool da Vodca destilando na minha corrente sanguínea, me sinto burro. Por não ter mais paciência em ler o chato do Oscar Wilde (por que ele insiste em descrever tudo de forma bela, doce e chata? A vida dele, gay repreendido, não era chata o bastante?). Daí eu penso um pouco e vejo que em cada conversa entre as flores e em cada narrativa “rebuscada” o autor me dá uma lição de moral que transcede do papel.

Wilde ao invés de beber muito por todos os motivos aparentes, escrevia. Traduzia a angústia, a obrigação de viver, em metáforas que atacam a sociedade hipócrita em que estava inserido. Nada original? Mas também nem um pouco degradante (vide minha cabeça girando). Devo escrever, diagramar, malhar? Estou em crise. Por não ter um foco. Por gostar de seriados porque lá tudo parece perfeito (acompanhar a vida dos outros é uma forma fácil e óbvia de escapar da sua). E tantas outras coisas.

E as férias chegam… Posso resolver tudo. Posso piorar tudo. Possibilidades que se levadas a sério ocasionam pressão que resultam fuga. Eu não quero mais beber. Tampouco viver assim, ser assim. Eu não prefiro…

 

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